Casa de Argamassa Armada

Local: Sítio Beira Serra – Botucatu – SP
Projeto: Arq. Vitor Lotufo
Construção: Arq. Tomaz Lotufo
Ano: 2005
O importante desta casa, é perceber que o bom uso dos materiais, sejam eles cimento e ferro, pode ser também Baixo Impacto. E assim abrimos nosso horizonte a perceber por onde caminhar.
Afinal, estamos em um processo de transição no modo de construir, fazendo reflexões e práticas. A cultura do cimento e aço ainda esta muito viva em nosso repertório. Precisamos conhecer outros materiais juntamente com o bom uso destes que já fazem parte de nosso dia a dia.
Outro ponto interessante desta casa é que as placas de argamassa armada, foram pré-fabricadas, oque permite uma dimensão de uso desta solução dentro das grandes cidades. Que é uma dimensão urbana da “Arquitetura de Baixo Impacto”.
Como as placas são muito finas, se não tivesse telhado verde a casa ficaria muito quente. Portanto, a solução de colocar terra, além de criar uma area de permeabilidade muito significativa, serve como elemento fundamental para o conforto térmico e Beleza da casa

8 Comentários a “Casa de Argamassa Armada”


  • ola. as telhas de argamassa armada sao mais leve que a´de fibrocimento. como podemos desenvolver este tipo de telha se possivel. der, nos. uma orientaçao. temos otimo projeto de telhado. se desenvolvemos todo ele de argamassa armada e´viavel.noticias urgenteeeeeee. obrigado.

    tel. contato.81-3521-1498. URGENTEEEEEE.

  • Olá Joseane.
    Não entendi se é uma pergunta ou uma afirmação, de qualquer forma, acredito que uma telha de argamassa armada seja bem mais pesada doque uma de fibrocimento. Pois a argamassa armada tem um traço muito forte de cimento (3:1 ou 2:1…) e o peso específico do cimento é alto.
    Abraço

    Tomaz

  • adorei o voço site e gostaria de vos vizitar mais e mais

  • Elizângela Maciel

    A princípio quero parabeniza-lo pelo trabalho. Muito bom!

    Sou aluna do curso de arquitetura em Rio Branco,Ac.
    Próximo ano terei que começar a trabalhar no meu projeto de final de curso. E é esse o principais motivos pelo qual escrevo.
    Tenho imensas idéias nessa área mas os professores aqui não valorizam, mesmo tendo uma grande biodeversidade em nosso entorno. Aqui alguns profissionais da “nossa” área não praticam suas atividades voltadas para esse seguimento.
    Recentemente participei do Seminário sobre o Bambu que me expirou muito e atualmente me escrevi para um seminário em Curitiba, dia 12 de outubro, depois que soube de sua presença em duas palestra. Gostaria de nessa oportunidade conversar com vc, sei que nossa conversa será de grande importância para agregar conhecimento acadêmico e posteriormente para fazer a diferença no Acre.

    Obrigada.
    Elizângela Maciel.

  • Olá, muito interessantes todos projetos em argamassa
    armada, mas senti falta de videos explicativos, acerca da construção,formação das camadas e acabamentos, seria bem mais dinamico e interessante.

  • Ola.. estou iniciando uma pesquisa sobre este tema (Argamassa Armada). Preciso apresentar um trabalho com conteúdo simples e direto aos meu colegas do curso de design de interiores.
    Seria possível obter algum tipo de material explicativo mais completo.

    Obrigada.

  • Prezados Tomaz e Henrique

    Vocês estão de parabéns pelo projeto.

    Estamos montandondo uma ecovila e gostamos da ideia de construção de casas de argamassa armada pela rapidez e custo.

    Você considera proibitivo essa técnica em uma ecovila em função do impacto ambiental?

    Pelo seu site percebi que você também trabalham com permacultura.

    Um grande abraço

  • Caro Arnaldo,

    Acredito que o grande problema da construção civil nos dias de hoje gira em torno da maneira que utilizamos os materiais e isso faz parte da concepção do projeto.
    No caso da Argamassa Armada, entendo que apesar de utilizar malha de aço e cimento, a quantidade deste material é bastante inferior ao que se utiliza normalmente em concreto armado. Na Argamassa Armada, estes materiais trabalham em uma superfície com a tração e compressão muito bem distribuídas. Portanto na medida em que a forma desta superfície proporciona uma boa distribuição destas cargas, é necessário pouco uso de material.
    Nesta casa, por exemplo, o Vitor Lotufo projetou uma forma de cogumelo que tem dupla curvatura e por isso com placas de 1,5 cm a casa foi coberta.
    Portanto, se o cimento for tratado como uma “tinta de ouro”, não considero proibitivo.
    Abraço e boa sorte para a turma da ecovila Tiba

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