Pau a pique

As Fotos foram feitas pela Arquiteta Ligia Pinheiro.
Se trata do Auto Curso de Bioconstrução que realizamos em Botucatu, julho de 2007, no bairro Demétria para a construção do Galpão do viveiro da Ong Nascentes.
O professor foi o Edilson José(Bahiano) que trabalha com agente no Sítio Beira Serra. Nas fotos dá para perceber como o processo é simples com um bom resultado, a terra deve ser “não orgânica”(esta em média a partir de 60cm de profundidade do solo) e arenosa (70% de areia). O resto é “pisar e bater”.

9 Comentários a “Pau a pique”


  • Olá,

    Adorei a ideia de usar técnicas antigas de uma forma mais moderna, no entanto fica a dúvida: O custo é maior ou menor do que usar meios tradicionais de construção?

    Obrigada

  • adorei suas fotos, gostaria de fazer uma casa pequena de pau a pique, mas a gente não encontra materia completa para nos ajudar, eu queria um comodo separado onde seria uma capelinha pra minha santa, e outro maior onde ficaria as camas e cozinha, podem me ajudar a conseguir como fazer essa mistura certa? eu não entendo nada disso, eu teria de procurar pessoas que moram nas roças?
    Obrigada!
    Sonia.

  • Nathália Ferreira

    Adorei as informções, mas, gostaria que enviassem mais para meu email, pois estou fazendo um trabalho de pesquisa sobre construçoes,e a utilidade do pau a pique. Podem ser enviadas ao meu email comercial.
    Obrigado. Nathália M Ferreira

  • bom dia
    gostamos muito, eu e minha esposa
    tem como mandar um manual desta obra para nos via email
    muito bom

  • Caro Robson, não existe um manual desta obra. Desejo formatar este tipo de informação, pois é bastante importante no sentido de espalhar esta semente. Conforme consigo sistematizar este desejo, disponibilizo na página.
    Gd Abraço

  • Voce tem disponivel apostila sobre o modo de contruir ou algum curso que eu possa ter esse aprendizado?
    Adorei o blog! Parabés por dividir conhecimento!

  • Caro Tomaz,
    Fantástico o seu trabalho. Parabéns mesmo! Sou arquiteto, admirador das técnicas tradicionais. Sempre tive admiração pelos que conseguem construir com as técnicas vernaculares, pois, não é fácil em tempos de neocolonização, não é? Sorte pra ti e que continue disseminando a arte de construir com a terra. Parabéns! Bela arquitetura!
    Abraços
    Alessandro Rifan
    Mury, Nova Friburgo/RJ

  • Caro Alessandro, é muito gratificante receber uma mensagem como essa. Estamos juntos nesta busca por um planeta onde o ser humano cause menor impacto e a cultura seja permanente.
    Grande abraço

  • Olá Reginaldo, na parte Biblioteca http://www.bioarquiteto.com.br/biblioteca/ tem a informação que deseja. Trabalhe nesta ordem: Barro arenoso puro (aprox 2/3 areia, 1/3 argila), reboco grosso, reboco fino, tinta natural a base de polvilho.
    Abraço

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